🐄 Marcação de Animais na Fazenda: Tudo o que Você Precisa Saber | Portal Agronegócio AZ
A marcação de animais é uma prática essencial para identificação, manejo, controle sanitário e registro da produção em qualquer fazenda, seja de gado de corte, leite ou pequenos animais. Entender como funciona ajuda o produtor a organizar o rebanho, prevenir perdas e garantir rastreabilidade.
Índice do Conteúdo
1️⃣ Por que marcar os animais?
A marcação serve para:
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Identificação individual: cada animal recebe um código ou sinal único.
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Controle reprodutivo: acompanhamento de acasalamentos, prenhezes e nascimento de bezerros.
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Gestão de saúde: registro de vacinas, vermifugação e tratamentos.
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Rastreabilidade: exigida por leis e programas de qualidade, como carne e leite rastreáveis.
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Prevenção de furtos e extravios: marcação facilita localizar animais perdidos.
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2️⃣ Tipos de marcação de animais
🔹 2.1 Marcação visual (tradicional)
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Brincos de identificação: plásticos ou metálicos, colocados na orelha.
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Carimbos ou tatuagem: números ou códigos tatuados na pele.
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Marcação a fogo: tradicional em gado de corte, com símbolo único da fazenda.
Vantagens: baixo custo e fácil de aplicar.
Desvantagens: marcas podem desbotar, causar dor e são permanentes.
🔹 2.2 Marcação eletrônica
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Brincos eletrônicos (RFID): permitem leitura de dados via leitor eletrônico.
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Microchips subcutâneos: identificação permanente com código único.
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Pulseiras inteligentes: monitoramento de localização, saúde e atividade.
Vantagens: rastreabilidade completa, integração com softwares de manejo.
Desvantagens: custo mais elevado e necessidade de equipamentos eletrônicos.
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🔹 2.3 Marcação temporária
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Tinta spray ou a base de água: usada para identificar animais durante vacinação, transporte ou seleção para leilões.
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Fitas de identificação: aplicadas temporariamente em torno do pescoço ou casco.
Vantagens: rápida e fácil de remover.
Desvantagens: não serve para identificação permanente.
3️⃣ Como escolher a melhor marcação
A escolha depende de:
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Tipo de criação (gado de corte, leite, ovinos, suínos).
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Tamanho do rebanho (rebanhos grandes se beneficiam de RFID).
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Orçamento disponível.
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Necessidade de rastreabilidade (produtos certificados exigem marcação eletrônica).
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Facilidade de manejo (marcação deve ser prática e segura).
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4️⃣ Passo a passo para marcar corretamente
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Escolher o tipo de marcação adequada ao animal e finalidade.
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Preparar os equipamentos: pinças de brinco, tatuadoras, microchips ou tinta.
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Manusear o animal com segurança: contêiner, tronco ou corda.
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Aplicar a marcação seguindo padrões de higiene e conforto do animal.
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Registrar em ficha ou software: número do brinco, data de aplicação, espécie, idade e observações.
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Revisar periodicamente: verificar se a marcação está legível ou funcionando.
5️⃣ Cuidados importantes
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Evite marcas que causem dor excessiva ou infecções.
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Higienize instrumentos antes e depois do uso.
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Tenha sempre fichas ou sistema digital para não perder os dados.
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Siga as normas de rastreabilidade e legislação de identificação animal do MAPA: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
6️⃣ Exemplos de aplicação na prática
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Fazenda de corte: gado marcado com brinco eletrônico para monitorar peso, reprodução e localização.
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Fazenda leiteira: uso de tatuagem e pulseiras inteligentes para acompanhar produção diária e histórico de vacinas.
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Leilões e exposições: tinta spray ou brinco temporário para identificar animais apenas durante o evento.
7️⃣ O que já mudou e tendências
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Digitalização: sistemas de manejo com integração via app permitem controlar todos os dados do rebanho.
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Rastreamento completo: exigências do mercado interno e internacional impulsionam uso de RFID e microchips.
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Bem-estar animal: novas técnicas buscam reduzir dor e estresse na marcação.
8️⃣ Reflexão para o produtor
Imagine todos os dados do seu rebanho organizados em um aplicativo, acessíveis a qualquer momento, com histórico completo de vacinas, acasalamentos e produtividade. A marcação correta não é apenas uma tradição, mas uma ferramenta de gestão, segurança e valorização da produção.







